E A 2006 FOI VENCEDORA DO BLOG! UHULLLLLLLLLL!

AÊÊÊÊÊÊÊÊÊÊÊ, GANHAMOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOS! Caraca, nem acreditamos quando disseram isso! Quase choramos! Mas a vitória foi de lei, depois de tanto esforço, dedicação, união e irmandade… A nossa aproximação neste ano foi surpreendente! A turma 2006 se uniu muito, e isso foi o que proporcionou nossa vitória! A Maratona Cultural 2012 vai ficar na história, marcou de verdade! Agradeço às minhas amigas Thais, Thalita, Isabella, Noelly, Jenifer, Letícia, Naty Vasconcelos, Nath Soares, Lorrayne, Rebeca, Cris Oliveira, Chris Maia, Stephanie, Júlia, Hozana, Simone, Lorrayne, Mariana, Maria Luana, Karla, Ívina, Lunna e Danielle pela união e pelo espírito de equipe, pois sem ele… nada disse seria possível!  Agradecemos também à DIREÇÃO do Mabreu, pela iniciativa desse grande projeto, que é o PROJETO VIDA, com diversos temas a cada ano, e que nos faz pessoas cada vez melhores; aos nossos queridíssimos professores deste e do ano passado por cada puxão de orelha, pela paciência, pela compreensão, pela ajuda, pela vontade de nos ensinar, enfim… por tudo mesmo!  Mabreu, colégio em que conhecemos pessoas maravilhosas e que vai ficar pra sempre em nossos corações… Valeu pessoal que visitou e gostou do nosso blog! Graças à vocês, conseguimos ultrapassar a nossa meta de MIL visitas. Valeu de coração!

Por Jasmine  – 2006 :*

Artigo de Opinião – SUGESTÃO: CYBERBULLYING

CYBERBULLYING: A INTIMIDAÇÃO NO MEIO VIRTUAL.

Estima-se que muitos que passaram pela escola algum dia tenham sofrido com o famoso “bullying”, um termo novo no Brasil, mas que apesar disso não é atual e não acontece somente na escola. Também é encontrado em universidades, no ambiente de trabalho e na vizinhança. Entretanto, a má notícia é que o bullying transpôs todas essas barreiras e alcançou o meio virtual com o nome de cyberbullying. Geralmente quem sofre essa ação são os jovens que hoje não conseguem viver sem a internet, estando cada vez mais integrados à ela. Quem pratica essa ação tem como objetivo caluniar, ofender, humilhar e constranger uma pessoa.

Na internet as intimidações circulam através de redes sociais, emails, vídeos, blogs, entre outros, com uma velocidade muito maior do que teriam fora do mundo virtual. Os insultos podem assumir a forma de calúnias, ofensas, perseguições, boatos maldosos e imagens forjadas sobre a vítima. Além disso, é possível alguém espalhar emails fazendo-se passar por outra pessoa, insultando e disseminando intrigas e fofocas.

A preocupação de professores e famílias reside no fato de que os insultos virtuais podem se espalhar rapidamente, contaminando todas as pessoas que conhecem a vítima. E além das ofensas direcionadas a outros colegas, também podem haver comunidades criadas nas redes sociais, manifestando um certo repúdio às autoridades da escola e professores, utilizando palavras de baixo calão e xingamentos.

Assim, as escolas podem e devem identificar e punir os alunos envolvidos. Os pais devem estar atentos ao que seus filhos se conectam na internet e para que a utilizam. É muito importante também, saber quem são as pessoas com quem seus filhos trocam mensagens instantâneas e principalmente, regular o tempo que eles passam em frente ao computador, para que, além do cyberbullying não haja para a vítima a possibilidade de danos mentais.

Por Jasmine Viana – aluna 2006


DECLARAÇÃO UNIVERSAL DOS DIREITOS HUMANOS

A Declaração Universal dos Direitos Humanos (DUDH) foi aprovada em 1948 na Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU). O documento é a base da luta universal contra a opressão e a discriminação, defende a igualdade e a dignidade das pessoas e reconhece que os direitos humanos e as liberdades fundamentais devem ser aplicados a cada cidadão do planeta. Os direitos humanos são os direitos essenciais a todos os seres humanos, sem que haja discriminação por raça, cor, gênero, idioma, nacionalidade ou por qualquer outro motivo. Eles podem ser civis ou políticos, como o direito à vida, à igualdade perante a lei e à liberdade de expressão. Podem também ser econômicos, sociais e culturais, como o direito ao trabalho e à educação e coletivos, como o direito ao desenvolvimento. A garantia dos direitos humanos universais é feita por lei, na forma de tratados e de leis internacionais, por exemplo.

Texto completo aqui.

JOAQUIM BARBOSA, UM GRANDE EXEMPLO DE SUPERAÇÃO AO RACISMO

SERÁ QUE O RACISMO ESTÁ CHEGANDO AO FIM?

Na verdade, não. O fato de muitos negros hoje ocuparem lugares de destaque na sociedade, não indica que o preconceito racial está chegando ao fim. Demonstra apenas que o mundo está abandonando a imagem do negro como pessoa incapaz de atingir um objetivo. São pessoas que conseguiram aproveitar as oportunidades e alcançaram o sucesso, tendo ou não tendo um respaldo financeiro.

Um grande exemplo de superação ao racismo é, Joaquim Benito Barbosa Gomes, negro, nascido em Paracatu, noroeste de Minas Gerais. Joaquim é advogado, professor, jurista, magistrado brasileiro, e assumirá em novembro deste ano, o cargo de Presidente da STF. Pai pedreiro e mãe dona de casa, aos 16 anos, com todas as dificuldades, ele foi sozinho para Brasília, arranjou emprego na gráfica do Correio Braziliense e terminou o segundo grau, sempre estudando em colégio público.

Obteve seu bacharelado em Direito na Universidade de Brasília, onde, em seguida, obteve seu mestrado em Direito do Estado. Foi Oficial de Chancelaria do Ministério das Relações Exteriores entre 1976 à 1979, tendo servido na Embaixada do Brasil em Helsink, Finlândia e, após, foi advogado do Serpo entre 1979 à 1984, entre muitos outros cargos.

Artigo de Opinião – Por Jasmine Viana (aluna 2006)

PRETA GIL: “SOU NEGRA, BISSEXUAL E GORDINHA. SOFRO PRECONCEITO DE TODOS OS LADOS”

Ao lado do ex-BBB e deputado Jean Wyllys (PSOL-RJ) — coordenador da Frente Parlamentar Mista pela Cidadania LGBT [Lésbicas, Gays, Bissexuais e Transgêneros] –, a cantora Preta Gil criticou a homofobia e disse que é vítima de preconceito. “Eu sou negra, sou bissexual e sou gordinha. Ou seja, sou atacada por todos os lados”, afirmou no 8º Seminário do movimento LGBT na Câmara.

Veja o vídeo:

Disponível em: http://colunistas.ig.com.br

KAKÁ AFIRMA SOFRER PRECONCEITO RELIGIOSO DE JORNALISTA ATEU

O jogador da Seleção Brasileira Kakáacusou o jornalista Juca Kfouri, que é ateu, de preconceito religioso. Durante uma entrevista coletiva em Joanesburgo, ele não se conteve diante de André, filho do Kfouri: “Os canhões do blog de teu pai têm me atingido […], e o motivo não é profissional”. O jogador disse ter sido alvo do jornalista porque ele, Kaká, defende a “fé em Jesus”. Kaká é evangélico da Renascer em Cristo e Caroline Celico, sua mulher, pastora. O jogador mandou um recado: “Da mesma forma que o respeito como ateu, gostaria que ele respeitasse a mim e os milhões de brasileiros que creem em Jesus Cristo”. Kfouri, da Folha, ESPN e CBN, negou a perseguição religiosa. Em seu blog, escreveu não ter alvejado o jogador com uma bateria de críticas. “Kaká provavelmente está mal assessorado, tanto que o considerei o melhor em campo no jogo contra Costa do Marfim”. Para o jornalista, o problema de Kaká é que ele “enfiou Jesus onde Jesus não foi chamado”.

Disponível em: http://www.paulopes.com.br

DAVID BRAZIL FALA SOBRE PRECONCEITO SOFRIDO NO PASSADO

Promoter sofreu muito preconceito por ser “gago, gay, paraíba e pobre”.

David Brazil participou do quadro “Intimidade”, do programa “Muito+”, e abriu o jogo sobre as dificuldades que passou no início da carreira. Quando jovem, ele veio ao Rio de Janeiro passar férias, se apaixonou pela cidade e decidiu não voltar mais para a Paraíba, sua terra natal. “Gago, gay, paraíba e pobre se dar tão bem sem passar por cima de ninguém é difícil”, afirmou. Ele também contou que nos primeiros meses na capital carioca, ele chorava de solidão e de tristeza por sofrer tanto preconceito. Questionado sobre relacionamentos, ele afastou a possibilidade. “Eu não gosto [de namorar]. Eu sou uma piriguete, uma cachorra, uma vira-lata”, disse. O caso de Amin Khader, que espalhou boatos de sua própria morte no Twitter, também não podia ficar de fora da conversa. “Essa pessoa morreu para mim, não tem mais volta”, soltou o promoter, que revelou não saber até hoje o motivo da “brincadeira”.

Disponível em: http://entretenimento.band.uol.com.br

DEFICIENTES SÃO VISTOS, NA MAIORIA DAS VEZES, COMO INCAPAZES

O preconceito com relação a pessoas com deficiência, vem muitas vezes, cheio de um sentimento de negação, ou seja, a deficiência é vista como incapacidade ou limitação. Embora a sociedade tenha um discurso que frisa a inclusão social de pessoas com deficiência, estas ainda são vistas pelo que não têm, ou pelo que não são. Nós não nos acostumamos a olhá-las pelo que têm ou pelo que são.

Visto isso, a pessoa que tem deficiência visual é aquela que não pode enxergar, a pessoa que tem deficiência auditiva é aquela que não pode ouvir. Assim, nós nos aproximamos de qualquer deficiência através da negação, e nos limitamos a ideia de que os deficientes, são sempre aqueles que não apresentam a mesma capacidade, seja de pensar, de se relacionar ou até mesmo de agir, de uma pessoa considerada “normal”.

De acordo com a lei, os portadores de deficiência têm direito de estudarem na escola em que escolherem, e os estabelecimentos de ensino devem providenciar os ajustes necessários, ajustes estruturais e pedagógicos para recebê-los. Além disso, uma determinada porcentagem dos empregos nos setores público e privado, é destinada à deficientes. Porém, não acontece por falta de adaptação tanto no setor educacional como o do emprego, tornando-os ainda mais excluídos e marginalizados.

Assim, quando tratamos um portador de  deficiência de forma diferente das demais pessoas, quando achamos que ele não é capaz de alcançar um objetivo só por ser portador de uma deficiência, estamos sendo preconceituosos, egoístas e muito ignorantes, pois eles têm potencial e, muitas vezes, são bem melhores do que as pessoas ditas “normais”.

Artigo de Opinião – Por Jasmine Viana (aluna 2006)

TELEFONISTA CHAMADA DE “ELEFANTE” NO TRABALHO É INDENIZADA EM R$ 8 MIL

Alvo de piadas dos colegas de trabalho porque é obesa, a telefonista Nahla Camila dos Santos, de 29 anos, decidiu recorrer à Justiça e, aceitou um acordo proposto pela empresa onde trabalhava para receber R$ 8 mil de indenização. Nahla, que permaneceu na empresa de mototáxi em Ribeirão Preto (SP) entre 2009 e 2011, disse que pesava 162 quilos na época – hoje pesa 130 –  e resolveu denunciar o empregador porque encontrou o desenho de um elefante na parede do banheiro utilizado pelos funcionários. Abaixo da figura estavam as letras “KA” que, segundo a jovem, faziam referência ao seu segundo nome, “Camila”. Primeiro ela procurou a polícia. “Sempre ouvi conversas baixinho, eles se referiam a mim com nomes pejorativos como gorda, elefantinho. Eu ficava mal, chorava e acabei procurando uma psicóloga. Foi ela que me ajudou a não aceitar as ofensas e registrar o boletim de ocorrência”, afirmou. Orientada pelo escrivão, a telefonista redigiu uma carta relatando ao patrão todos os acontecimentos e pediu que ele assinasse o documento. Como, segundo ela, nenhuma atitude foi tomada, a questão foi levada à Justiça. “Eu ainda aguentei as piadas por mais três meses, até que eles me mandaram embora. E foi essa carta que provou no tribunal que eu realmente era assediada”, relatou a telefonista. Na decisão do processo, o juiz Gustavo Triandafelides Balthazar considerou que “cabe ao empregador propiciar um ambiente de trabalho saudável, tomando as medidas necessárias, inclusive fiscalizadoras, para que nenhum trabalhador tenha sua dignidade abalada.” Nahla afirmou que o objetivo da ação judicial era lutar contra o preconceito que sofreu desde a infância por ser obesa. Segundo a jovem, após o nascimento da única filha, há 4 anos, ela entrou em depressão e engordou ainda mais, o que dificultava conseguir um trabalho. Em uma entrevista de emprego, a gerente de uma rede de lanchonetes chegou a dizer que não poderia contratar uma pessoa “gorda” para vender lanches anunciados como saudáveis. Em outra ocasião, a dona de uma loja afirmou que os uniformes não caberiam nela.“Eu passava em todas as etapas e nunca era contratada. Fiquei tão desestimulada que ligava nos locais e perguntava se tinham restrição em contratar pessoas obesas. Uma vez a mulher me perguntou: Mas você é gorda quanto?”

Disponível em: http://www.direitoshumanos.etc.br

DOMÉSTICAS SÓ ENTRAM PELOS FUNDOS EM CONDOMÍNIO DE LUXO DA PRAIA DO CANTO E DECISÃO GERA POLÊMICA

Domésticas só entram pelos fundos em condomínio de luxo da Praia do CantoEmpregadas domésticas de um dos edifícios do condomínio de luxo Chácara Von Schilgen, na Praia do Canto, Vitória, estão sendo obrigadas a entrar e sair do prédio pela garagem. A mudança foi decidida entre os moradores e a empresa que administra o condomínio, mas não está agradando as domésticas. O Ministério Público do Trabalho (MPT) pretende ouvir o síndico e a empresa responsável nos próximos dias. A doméstica Sandra Rodrigues, de 32 anos, há 15 anos atuando na profissão, frisa que ficou sabendo da nova norma, depois da reunião entre a empresa que administra o condomínio e os moradores. “É humilhante entrar pela garagem do condomínio. Isso é pior do que cachorro. Se bem que os cachorros do condomínio só andam no elevador social. Nós temos é que entrar pela garagem. Agora mesmo eu saí por ela. Essa determinação vai continuar até quando os moradores tiverem outra reunião e decidir se continua ou não”, lamenta a funcionária. Outra doméstica que é contra essa nova determinação do condomínio, é Carolina Leite, de 52 anos, há 20 anos atuando como doméstica. Ela ressalta que a patroa é contra essa nova medida adotada pelo condomínio. “É a discriminação com a classe social. O que a gente vai fazer? Brigar? Vai chegar uma hora que isso vai ter que acabar”, disse a doméstica.

Disponível em: http://gazetaonline.globo.com

FUNCIONÁRIA SOFRE DISCRIMINAÇÃO RACIAL DE CLIENTE NA FILA DO CINEMA

A Polícia Civil investiga a denúncia de discriminação racial em um shopping  da Asa Norte. O acusado fugiu após clientes e funcionários do estabelecimento chamarem seguranças do centro comercial. Os agentes tentam identificar o suspeito por meio de imagens do circuito interno e dos depoimentos das testemunhas. No entanto, ele não havia sido encontrado. A vítima é a atendente de cinema Marina Serafim dos Reis, 25 anos. De pele negra, ela trabalhava na bilheteria quando um homem de aproximadamente 40 anos começou a confusão na fila para compra dos tíquetes. Ele teria chegado atrasado à sessão e queria passar na frente dos demais. Os insultos começaram quando a funcionária disse que ele teria de esperar. “Ele disse que meu lugar não era ali, lidando com gente. Falou que eu deveria estar na África, cuidando de orangotangos ”. Indignados, clientes e funcionários acionaram a segurança, mas o homem conseguiu fugir. A 5ª Delegacia de Polícia (Área Central) investiga o caso. O acusado chegou a comprar o ingresso para assistir ao filme Habemus Papam, mas não conseguiu chegar até a sala. Quando percebeu a reação dos demais espectadores na fila, caminhou rápido até as escadas rolantes. Vídeos gravados pela segurança interna do shopping mostram o momento em que o homem começou a correr pelo shopping na fuga. As testemunhas o chamavam de racista e pediam aos vigilantes que o detivessem. Mas ele correu até o carro. “Conseguimos ouvir os gritos e ainda tentamos segui-lo, mas ele conseguiu entrar no carro e fugir”, contou um segurança, que preferiu não se identificar. Mariana Serafim dos Reis, a vítima, diz nunca ter enfrentado algo parecido: “Fiquei muito norvosa, me senti humilhada”.

Disponível em: http://www.correiobraziliense.com.br

JOVENS ACHAM QUE PROSTITUTAS SÃO SACOS DE PANCADA

A violência contra prostitutas no Brasil está crescendo diariamente e grande parte dos agressores são jovens de classe média. Em São Paulo, um jovem de 24 anos foi preso sob suspeita de atear fogo a uma garota de programa em São José dos Campos, a 91 km da Capital. A vítima, de acordo com a polícia, teve queimaduras de 1º e 2º graus do joelho para baixo. Em outro caso, no Rio de Janeiro, rapazes que espancaram uma empregada doméstica em um ponto de ônibus, tentaram justificar a violência afirmando que acharam que se tratava de uma prostituta. “Isso não tem cabimento” diz Gabriela Leite a presidente da Rede Brasileira de Prostitutas (RBP) e hoje com 56 anos, Gabriela Leite conta que trabalhou como prostituta durante quase 20 anos e afirma que já foi vítima de violência nas décadas de 70 e 80. “Parei de atuar em 1985. Era um período de muita violência, de transição política no país, mas posso dizer que já passei por momentos difíceis no trabalho.”Ela disse que sempre optou por trabalhar em casas fechadas para minimizar a possibilidade de agressões. “Felizmente, nunca fui agredida fisicamente, mas foram diversas as vezes que fui agredida moralmente. Tinha medo de carro de polícia por conta das história de violência policial que ouvia das colegas.”

Por Gabriela Leite, presidente da Rede Brasileira de Prostitutas (RBP)

PESSOAS ACIMA DO PESO SÃO DISCRIMINADAS E REJEITADAS NO MERCADO DE TRABALHO

“O mundo diz que, para ser professora, você tem que estudar bastante, e agora dizem que eu não posso assumir o cargo por causa do padrão de beleza”. Bruna precisou se render aos padrões para ser novamente inserida na sociedade e não sofrer todos os dias de um dos mais fortes preconceitos do mundo moderno, contra quem está muito acima do peso. “Nossa época elegeu o obeso como o novo monstro. Ninguém fala que não gosta de gordos, mas os tratam com repugnância”, afirma a professora de história do corpo na Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), Denise Santana. “Há uma espécie de cordão sanitário nas empresas, escolas e ruas contra quem é obeso” acrescentam a historiadora, que está escrevendo o livro “Uma História de Peso – Gordos e Magros ao Longo de um Século” (Editora Estação Liberdade), com previsão de lançamento para o início de 2012. “Agora, as pessoas abrem espaço para eu entrar no ônibus”, comenta Bruna Luiza, que hoje tem 60 quilos e o emprego que sonhou. Depois da cirurgia, ela nunca mais sofreu com o afastamento dos amigos, os olhares de desprezo ou pena e a vergonha de experimentar roupas em lojas. O preconceito contra obesos é um fenômeno historicamente recente, que teve início com a ascensão do capitalismo. Antes, a obesidade era vista como fraqueza. Hoje, como incompetência.

Adaptado de Notícias Terra Brasil

CULTO À HOMOSSEXUALIDADE

Muitas pessoas comentaram a polemica campanha feita por Juliana Paes e Cléo Pires para a Arezzo. As fotos tiradas para a campanha mostram as duas em olhares sensuais e algumas “pegadas” mais quentes, gerando a idéia de “Culto à homossexualidade”. Olhem o termo usado… O fato é que em entrevista ao Programa Amauri Jr, da Rede TV, Juliana Paes, disse já estar cansada dessa polemica feita sobre as fotos e declarou “Nós estamos em épocas modernas. E se for um culto à homossexualidade, por que não?A gente não tem mais que fazer nenhuma apologia demagoga.

Eu acho que o ensaio ficou acima de tudo, elegante e sensual”. Uma boa declaração, não?! As vezes algumas pessoas se julgam donas da verdade, puritanas e não olham para o próprio telhado, de vidro, por que todos temos telhados de vidro, pois todos cometemos erros… Enfim, muito corajosa a atitude de Juliana. Conseguiu acabar com todos os falatórios, pois quem irá questionar, ou voltar a falar desta maneira, correndo o risco de ser chamado de demagogo?

Disponível em: http://leituraopinativa.blogspot.com.br

HOMOSSEXUAIS PEDEM MENOS PRECONCEITO PARA UMA VIDA MELHOR

Na semana em que se comemora o Dia Internacional contra a Homofobia e a Transfobia (rejeição a transexuais e travestis), denúncias de agressões e maus-tratos vêm à tona, bem como o pleito pelo reconhecimento das relações afetivas entre homossexuais. Casais de homossexuais contam que sonham em poder assumir publicamente o relacionamento, sem sofrer preconceito, e transgêneros revelam que desejam conseguir mudar o nome de batismo para o social. As queixas e apelos aumentam. Para eles, é fundamental o apoio do Estado para obter o que julgam ser seus direitos. A data, comemorada no dia 17 de maio, foi criada por ativistas franceses, em 2005, para marcar o dia em que a homossexualidade foi retirada, há 22 anos, da lista de doenças mentais da Organização Mundial da Saúde (OMS). O estudante Halisson Dias, 23 anos, e o digitador Harry Sardinha, da mesma idade, são namorados e imaginam o dia em que poderão sair às ruas sem receber o que chamam de olhares críticos. “Aqui em Brasília, ficamos mais próximos dos formadores de opinião do nosso País. Precisamos que o PLC (Projeto de Lei Complementar) 122 (que criminaliza a homofobia) seja aprovado, é muito importante para nós”, reivindica Hallisson. Harry acrescentou que sua orientação sexual já causou pelo menos duas agressões físicas: uma quando estava na praia e outra em uma boate. “Eu já apanhei duas vezes em locais públicos por ser gay, além disso, as agressões verbais são diárias. Queremos a liberdade de afeto e de expressão, queremos andar juntos sem sofrer preconceito”. Para o travesti Rebecka Glitter, 27 anos, além do combate ao preconceito, o governo federal deve apoiar a campanha das entidades que defendem os direitos de homossexuais que querem trocar o nome de batismo pelo social. “Nas escolas, sofremos muito preconceito. Nos privamos de frequentar lugares públicos para evitar constrangimentos. Eu fui muito forte por, mesmo sofrendo preconceito, ter concluído o ensino médio, conquista que infelizmente nem todos conseguem. E, devido a falta de acesso à educação, muitos travestis se prostituem”, desabafou Rebecka.

Adaptado de Notícias Terra Brasil

SE O FUNK TAMBÉM É CULTURA, POR QUE HÁ TANTO PRECONCEITO?

O preconceito com o funk e com quem canta funk está crescendo muito. Isso significa que o funk é um ritmo que vem influenciando muito os adolescentes, as crianças e até mesmo os adultos. Mas muitos não entendem o porquê desse preconceito, pois o funk é um gênero musical como qualquer outro.

Visto isso, podemos partir para o preconceito contra os funkeiros. Está aí a resposta. O preconceito está voltado para aqueles que cantam funk, e não para o gênero funk. Para muitos, os funkeiros são pessoas “sem cultura”,”favelados”, e ainda acham que o lugar de origem determina o que uma pessoa será futuramente. Com certeza você já deve ter ouvido uma pessoa de maior prestígio social dizer: “olha só aquele pivetinho, favelado… nunca será alguém na vida. Olha só o tipo de música que esse moleque de rua está ouvindo… funk. Só poderia ser coisa de favelado”.

Os que pensam assim estão errados, pois das comunidades carentes saem muitas pessoas que tiveram uma boa formação. Só porque moram em favelas, não significa que vão se tornar um “zé ninguém”, um bandido futuramente. As pessoas de boa índole também podem ser de comunidade carente! O que falta para elas são reconhecimento e oportunidades iguais.

Artigo de Opinião – Por Jasmine Viana (aluna 2006)

“FOI PRECONCEITO”, DIZ SERGINHO SOBRE POUCOS VOTOS NAS ELEIÇÕES

 Defensor dos direitos LGBT não ficou magoado com derrota nas urnas

ImagemSerginho, ex-participante do Big Brother Brasil (Globo), recebeu pouco mais de 2.600 votos por sua candidatura a vereador, pelo PSD, em São Paulo. Duas semanas após a derrota nas urnas, o ex-BBB se diz feliz com a experiência. Sem mágoas, ele pretende até retornar ao cenário político. Desta vez, para deputado federal. Defensor dos direitos LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais), Serginho deseja levar adiante seus projetos apresentados em sua campanha. Como não conseguiu na política, o fará por meio de uma ONG. Sem arrependimentos, o ex-BBB atribuiu o preconceito como principal razão de ter tido menos votos do que esperava. Segundo ele, o visual e o passado em um reality show atrapalham a imagem de seriedade que a população espera de um vereador. Em entrevista exclusiva ao R7, Serginho falou sobre sua experiência nas urnas e prometeu não se esquecer de sua bandeira de defensor do público gay. Continuar a ler

TODA BRINCADEIRA TEM QUE TER LIMITE.

ImagemO menino que se jogou do 5º andar do Colégio São Bento, pode ter sido vítima de preconceito. O sofrimento do estudante de 12 anos, por enquanto é surpresa para os amigos e professores que o descrevem  como um menino alegre. Apesar disso é comum a vitima sofrer calada.

As crianças acham que se contarem aos seus pais, eles ficarão chateados em saber que têm um filho frágil e como covarde, e também tem o medo de que ocorram outros tipos de agressão por parte das outras crianças (ou pessoas) em volta. É importante ficar atento às atitudes das crianças e estar disposto a ouvir sempre, assim elas terão confiança para sempre que for necessário contar o que está acontecendo. 

É necessário que os pais e pessoas próximas deem força para a criança sair daquela situação e para que ela passe a ter mais confiança em si . Nesse caso é essencial que os pais do aluno falem com os pais do agressor  para que eles também tomem as providências necessárias.

Artigo de Opinião – Por Letícia Ozório (aluna 2006)

O “PESO” DO PRECONCEITO

Acima do peso  desde a adolescência, a atriz Fabiana Karla, 35 anos, a “Doutora Lorca” do humorístico “Zorra Total”, da Rede Globo, e protagonista da peça “Gorda”, acha que a discriminação contra os obesos é maior do que contra outros grupos. “Quando saí do Recife e fui para o Rio de Janeiro, percebi que os gordos sofrem mais. Ser nordestina, por exemplo, era visto como uma coisa boa aqui, mas ser gorda não”, conta a humorista, que pesa 95 quilos. O presidente nacional do Partido Trabalhista Brasileiro (PTB), Roberto Jefferson, 57 anos, que se submeteu à cirurgia de redução do estômago há 11 anos, após atingir 175 quilos, tem uma visão realista sobre a obesidade. Para ele, não há espaço no mundo para os gordos. “Para viajar de avião, eu tinha que comprar duas passagens para caber na poltrona. Eu não comia nada e ainda tomava remédio para dormir porque, se eu tivesse uma dor de barriga, não caberia no banheiro”, relembra o ex-deputado. A polêmica é mesmo tão grande quanto o tamanho das vítimas da obesidade. E só tende a aumentar na mesma proporção das estatísticas da doença, já considerada a epidemia do século pela Organização Mundial da Saúde (OMS).

TENHO HIV SIM, E DAÍ? POR ACASO DEIXEI DE SER SER HUMANO? CLARO QUE NÃO!

“Não sou superior nem inferior a ninguém, continuo tendo defeitos e virtudes, caráter, talentos, responsabilidade, bom senso, bom humor, motivos para sorrir e chorar, auto-estima, respeito pelo próximo, medo, coragem, sentimentos, amigos humildade, sonhos, direitos e deveres, erros e acertos, arrependimentos, limitações, inteligência, desejos, sede e fome, enfim, sou um ser humano como qualquer outro! O fato de ter o vírus HIV, não me transformou num “mortal”, pois todos os seres humanos são mortais. Enganam-se aqueles que tem a ilusão de serem “imortais”, assim como aqueles que se sentem “imunes” às milhares de doenças que todo ser humano pode adquirir! Não tenho motivos para me esconder de alguém. E a opinião alheia não me interessa, já que a única pessoa que sabe quem sou, o que sou e como sou, chama-se Alexandre Gonçalves de Souza. Assim sendo, “exijo” ser chamado pelo meu nome, ALEXANDRE GONÇALVES DE SOUZA. Pois, “eu não sou o vírus”. E se você me tratar como um vírus, será tratado(a) como um verme!”

Por Alexandre Gonçalvez de Souza

CONTRA A DISCRIMINAÇÃO RACIAL

“Ninguém nasce odiando outra pessoa pela cor de sua pele ou por sua origem ou sua religião. Para odiar, as pessoas precisam aprender. E se podem aprender a odiar, podem ser ensinadas a amar, pois o amor chega mais naturalmente ao coração humano do que o seu oposto. A bondade humana é uma chama que pode ser oculta, jamais extinta.” (Nelson Mandela)

ALUNA EXPULSA PROCESSA COLÉGIO ADVENTISTA POR HOMOFOBIA

Uma estudante de 19 anos entrou com uma ação na Justiça contra sua ex-escola, alegando ter sido vítima de homofobia. De acordo com o programa Fantástico, da Rede Globo, Arianne Pacheco Rodrigues diz ter sido expulsa do Instituo Adventista Brasil Central, em Planalmira, interior de Goiás, após a escola ter descoberto um romance entre ela e outra garota. O fato aconteceu em novembro de 2010. Segundo a garota, a comissão disciplinar da instituição analisou cartas de amor trocadas entre as meninas e decidiu, após reunião, expulsar as estudantes. Arianne, que está morando nos Estados Unidos, entrou com um processo contra a escola, pedindo R$ 50 mil de indenização por danos morais. A escola, contudo, nega que a garota tenha sido expulsa por ser homossexual.  Nota: não é segredo para ninguém o fato de que a globo é uma emissora que faz apologia ao sodomismo. Sempre em programas, novelas, dentre outros, nos deparamos com a crescente apologia ao homossexualismo e a ridicularização de toda e qualquer tentativa de oposição a tais práticas. Tivemos mais uma prova disso ao assistir a reportagem do fantástico. Em uma reportagem fortemente tendenciosa a globo procurou passar a imagem de que a jovem Ariane foi vítima de uma situação que ela não provocou, e que foi desligada da escola por ser homossexual, e não por ter infrigido uma das regras que todos os internatos adventistas possuem. Listo abaixo algumas das faltas graves previstas no código de conduta adotado pelos institutos adventistas de ensino, e que são de conhecimento de todos os alunos: De acordo com o item 8 – Das Faltas Graves -, das Normas Internas da Instituição Adventista, cuja cópia é juntada, são vedadas ao aluno, dentre outras condutas: “furto; uso ou porte de cigarro, bebida alcoólica, droga ou armas; ato sexual; certos tipos de agressões físicas verbais e outras, conforme considere a Comissão para Desenvolvimento Estudantil. Este mesmo estatuto especifica as faltas que são consideradas graves, listando entre elas “o ato sexual. Ao entrevistarem o Diretor da escola, obviamente foi exposto o fato de que a garota foi desligada da escola por ter realizado ato sexual e contato afetivo intimo dentro da Escola. E embora hajam testemunhas dos fatos, a garota negou isso ao ser entrevista. Diante da reportagem realizada pelo Fantástico, o Instituo Adventista Brasil Central divulgou uma carta aberta em sua defesa. Carta essa que você pode ler clicando aqui.

RACISMO IMPEDE QUE NEGRO TENHA CARGO DIRETIVO NO FUTEBOL

No imaginário brasileiro, existe a ideia de que no meio futebolístico as relações raciais são leves e brandas, como se não houvesse discriminação por cor, e como se nos campos o negro tivesse um espaço ‘garantido’, ‘respeitado’. No entanto, uma série de histórias de vida e experiências contadas por jogadores, dirigentes, treinadores, árbitros, torcedores, jornalistas e intelectuais, seguidas das análises feitas pelo pesquisador Marcel Diego Tonini, revelam o caráter ainda racista dos bastidores do futebol, principalmente quando o que está em jogo é o comando de clubes e federações, ou seja, os cargos de chefia e liderança “além dos gramados”. Para realizar a pesquisa  Além dos gramados: história oral de vida de negros no futebol brasileiro (1970-2010), Tonini entrevistou, entre outros, o ex-jogador Junior, do Flamengo; Jairo, que foi goleiro do Corinthians, e João Paulo Araújo, árbitro que atuou nas décadas de 1980 e 1990. Além deles, outras personalidades conversaram com Tonini, como Paulo César de Oliveira, árbitro, e os dirigentes do Juventude, do Grêmio e do Cruzeiro – times marcados por histórias polêmicas relacionadas à discriminação. De acordo com o autor, a ideia do negro como jogador, e não como dirigente, ou técnico, já é algo comum e estabelecido no imaginário da sociedade. Essa concepção se confirmou por meio das entrevistas, que revelavam experiências de infância e dos dias atuais. Tonini pôde conlcuir que, mesmo no mundo do futebol, se mantém a mentalidade de que o negro não serve para pensar. Sendo incapaz de comandar, deve apenas obedecer. “Trata-se de uma herança do ideário escravocrata. Nesse contexto, podemos questionar, por exemplo, por que a maioria dos dirigentes é branca”, indaga o pesquisador. “Geralmente, esses líderes vêm de famílias abastadas, já tendo sido sócios do clube. O fato de o branco ter mais oportunidades que o negro é uma questão relacionada à construção da história brasileira, marcada pela escravidão”.

Por Glenda Almeida/ Editora: Sociedade.

LEIS DOS CRIMES DE PRECONCEITO

Alterada pela Lei nº 9.459, de 13.05.97
Define os Crimes Resultantes de Preconceitos de Raça ou de Cor.

LEI Nº 7.716, DE 05 DE JANEIRO DE 1989

Art. 1º – Serão punidos, na forma desta Lei, os crimes resultantes de discriminação ou preconceitos de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional.
Art. 2º – (Vetado).
Art. 3º – Impedir ou obstar o acesso de alguém, devidamente habilitado, a qualquer cargo da Administração Direta ou Indireta, bem como das concessionárias de serviços públicos. Pena: reclusão de 2 (dois) a 5 (cinco) anos.
Art. 4º – Negar ou obstar emprego em empresa privada. Pena: reclusão de 2 (dois) a 5 (cinco) anos.
Art. 5º – Recusar ou impedir acesso a estabelecimento comercial, negando-se a servir, atender ou receber cliente ou comprador.
Pena: reclusão de 1 (um) a 3 (três) anos.
Art. 6º – Recusar, negar ou impedir a inscrição ou ingresso de aluno em estabelecimento de ensino público ou privado de qualquer grau. Pena: reclusão de 3 (três) a 5 (cinco) anos. Parágrafo único – Se o crime for praticado contra menor de 18 (dezoito) anos a pena é
agravada de 1/3 (um terço).
Art. 7º – Impedir o acesso ou recusar hospedagem em hotel, pensão, estalagem, ou qualquer estabelecimento similar. Pena: reclusão de 3 (três) a 5 (cinco) anos.
Art. 8º – Impedir o acesso ou recusar atendimento em restaurantes, bares, confeitarias, ou locais semelhantes abertos ao público.
Pena: reclusão de 1 (um) a 3 (três) anos.
Art. 9º – Impedir o acesso ou recusar atendimento em estabelecimentos esportivos, casas de diversões, ou clubes sociais abertos ao público. Pena: reclusão de 1 (um) a 3 (três) anos.
Art. 10º – Impedir o acesso ou recusar atendimento em salões de cabeleireiros, barbearias, termas ou casas de massagem ou estabelecimentos com as mesmas finalidades. Pena: reclusão de 1 (um) a 3 (três) anos. Continuar a ler

E VOCÊ? JÁ PAROU PARA PENSAR NAS CONSEQUÊNCIAS QUE O PRECONCEITO PODE CAUSAR?

O preconceito desde o começo dos tempos causa fome, miséria, ódio, raiva, politicagem, egoísmo e inveja. Não, não estou fazendo uma tempestade num copo d’água. O preconceito de um país com outro, de uma raça com outra ou de uma religião com outra começa de um preconceito de um indivíduo com outro e que se transforma nesses grandiosos problemas que acabam muitas vezes dizimando toda uma geração de seres humanos. É uma palavra que parece comum, mas é muito pesada e causa grandes consequências, se verificarmos a história da humanidade, constataremos o quanto foram danosas as ações preconceituosas de muitos sistemas e pessoas hipócritas que escondiam e disfarçavam tais atitudes que foram responsáveis por inúmeros genocídios. Existem, também, aqueles que escancaradamente agem de forma preconceituosa sem, sequer, dar satisfação à sociedade, dos seus atos grotescos de descriminação, segregação e desprezo. O preconceito nasceu com o homem. Atualmente, cada vez mais, as minorias, como os negros, homossexuais, os sem-teto, etc, parecem ser desvalorizados! O preconceito pode conduzir à discriminações e as conseqüências são difíceis de suportar pelas vítimas, e até mesmo, podem causar uma deterioração a sua  saúde física e mental! Existem preconceitos contra os membros de uma classe sócio-econômica, de uma  filiação religiosa, ou de um partido político. Os preconceitos expressam-se principalmente no campo emocional, os sentimentos podem variar desde um simples desconforto da presença de um membro de outro grupo, à desconfiança, ao nojo, ao medo e a hostilidade. Também pode se manifestar em comportamentos verbais e não verbais, que expressam a antipatia sentida por membro de um grupo externo.

DIGA NÃO AO PRECONCEITO E A DISCRIMINAÇÃO.

MURAL RIO + 20 – MOVINEC (Movimento de Embelezamento do Colégio – 5S)

Em 06/06/12, tivemos o MOVINEC (Movimento de Embelezamento do Colégio), onde todos os alunos colaboraram com a limpeza da escola, vivenciando o 5S (senso de limpeza; senso de ordenação; senso de autodisciplina; senso de saúde e senso de utilização) e  um grande evento, que foi a Rio + 20 (Conferência da ONU sobre Desenvolvimento sustentável) e que, com certeza, foi uma experiência muito proveitosa para nós, pois vimos como é importante contribuir de todas as formas, para a preservação de nosso planeta! Não ganhamos o concurso de murais, mas ganhamos a experiência maravilhosa que é o trabalho em equipe e principalmente, o senso de união!

TODOS TEMOS PRECONCEITO?

Infelizmente todos temos algum preconceito. Até mesmo julgando as pessoas que têm preconceito contra algo, estamos sendo preconceituosos. Isso é bem complicado, mas não é por esse motivo que devemos sair falando tudo que desejamos. As pessoas têm que se conscientizarem com tudo isso e saber intender o lado de cada um, para que ninguém saia prejudicado.

ENTREVISTAS – PRECONCEITO RACIAL

Georgina Bonfim, tem 39 anos, é advogada e, nessa entrevista, falará sobre preconceito racial.

1. Priscila – O que você entende por preconceito racial?

Georgina – Preconceito racial, na minha opinião, é um conceito que a pessoa pré-estabelece em relação a outras pessoas de determinadas raças.

2. Priscila – Você acredita que o racismo é algo que deve ser apoiado ou combatido? Por quê?

Georgina – Deve ser combatido, pois essa forma de preconceito só traz desarmonia entre os povos, causando atritos e desequilíbrios sociais.

3. Priscila – Você já se submeteu a alguma situação que envolvesse qualquer tipo de preconceito racial?

Georgina – Já. Certa vez, estive na sede do bloco Afro do Ilê Ayê para tentar adquirir um abadá, a fim de pular os três dias de carnaval, quando o promotor de vendas do bloco recusou o meu ingresso por eu ser da raça branca, me proibindo a venda do abadá.

4. Priscila – Você acredita que um artista branco possa ser melhor do que um artista negro? Por quê?

Georgina – Não, pois ambos, um negro e um branco, podem ter a mesma competência e a mesma beleza.

5. Priscila – Na sua opinião, por que os negros são os que mais sofrem preconceito?

Georgina – Porque eles, durante muito tempo, foram escravizados.

6. Priscila – Você, como advogada, já defendeu alguém que tenha praticado crime de racismo?

Georgina – Não, nunca defendi crimes contra negros. Continuar a ler